Estudantes marcam presença na final do Mundial de Luta Olímpica

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Foto: Alberto Coutinho/GOVBA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pouco menos de uma semana foi o tempo necessário para o Campeonato Mundial de Wrestling Júnior (Luta Olímpica), finalizado na noite deste domingo (16), no Centro Pan-Americano de Judô, deixar um legado para os baianos. A competição, realizada pela primeira vez na América do Sul, não contemplou apenas o segmento esportivo, mas também os setores de turismo, economia, cultura e educação.

A final do Campeonato reservou emoções também para estudantes de escolas públicas, convidados a assistir ao evento. Eles conferiram uma competição de alto desempenho após terem conhecido, nos próprios colégios, regras, técnicas e a história do wrestling. “Hoje estamos vendo os atletas lutarem. Ficamos lembrando do que os treinadores passaram para a gente lá na escola. Aprendemos muitas coisas, entre elas, a importância da disciplina e do autocontrole”, conta Vitor Figueiredo, de 17 anos, aluno do Colégio Estadual Ana Cristina.

"Aprendemos muitas coisas, entre elas, a importância da disciplina e do autocontrole”, estudante Vitor Figueiredo

A ampliação da prática esportiva nas escolas é um dos objetivos do Governo da Bahia, que através da Setre, tem buscado estimular o esporte nas instituições de ensino. Durante o Mundial, as ações governamentais de visitas às escolas foram realizadas em parceria com o projeto Tour Lotação Esgotada, da Confederação Brasileira de Wrestling.

Legado
“O balanço foi muito positivo. O Mundial movimentou segmentos importantes da economia baiana. A demanda para a hotelaria e alimentação, por exemplo, aumentou muito. Além disso, cumprimos nosso objetivo de divulgar a Bahia para o exterior como um estado estruturado para realizar grandes eventos. Sem dúvida, os baianos ganharam muito com isso”, afirmou o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Álvaro Gomes, um dos responsáveis pela entrega dos prêmios aos vencedores na noite de hoje.

“A Bahia é maravilhosa, linda demais. Aqui a recepção foi uma das melhores. Além disso, o Centro é do mais alto nível. Ele permitiu a realização do espetáculo. Lutadores de várias partes do mundo vieram e, tenho certeza, que ficaram muito satisfeitos com o que foi ofertado”, destacou o presidente da Confederação Brasileira de Wrestling, Pedro Gama Filho.

Vitor Figueiredo
Para ficar na memória
Para quem se superou no tatame, como o paulista Juliano Carvalho, o Mundial foi a chance de mostrar o trabalho. O lutador ficou em nono lugar na categoria até 60 kg no estilo greco-romano e diz que o evento vai ficar guardado na memória. “Foi meu primeiro Mundial. Treinei muito para um dia chegar até aqui. Foi tudo melhor do que eu poderia ter imaginado. Esse Mundial vai fazer parte da minha história e de muitos outros jovens. Vai deixar saudade”, afirma.

Turismo
Atrativos turísticos da Bahia foram apresentados ao público do Campeonato por técnicos da Secretaria de Turismo, que orientaram visitantes interessados em aproveitar o período para conhecer a Bahia. Eles também distribuíram informativos sobre regiões turísticas e as tradicionais fitinhas do Senhor do Bonfim. Além de brasileiros, estrangeiros procuraram o serviço, a exemplo de italianos, russos e iranianos.

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Entre as informações mais solicitadas estiveram as dicas de localização e centros de comercialização de suvenires da Bahia, a exemplo do Mercado Modelo. O Pelourinho e destinos turísticos próximos a Salvador e Lauro de Freitas, como a Costa dos Coqueiros, foram alguns dos destaques.

Segurança
Para garantir a segurança de atletas e delegações, o esquema especial da Polícia Militar envolveu um efetivo de 467 policiais no Aeroporto Internacional de Salvador, nos hotéis e no Centro Pan-Americano, além dos trajetos feitos pelos competidores.

Fonte: Secom

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